Quebra de sigilo bancário e fiscal do filho de Lula é comparada às investigações de rachadinha envolvendo herdeiros de Bolsonaro e expõe o custo político dos “clãs familiares” em ano eleitoral A decisão da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS de aprovar a quebra de sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, reacendeu em Brasília um debate conhecido, mas politicamente explosivo: o papel dos filhos de presidentes no centro de escândalos