Após ter o passaporte roubado, cidadã de Serra Leoa foi engolida pela burocracia e ignorada pelo sistema até a intervenção da Justiça. Imagine perder tudo em um país estranho e passar meio ano dormindo no chão frio de um aeroporto internacional. Essa não é a sinopse de um filme de Hollywood, mas a dura realidade enfrentada por Fatmata Sessay, uma mulher de Serra Leoa que ficou retida no Aeroporto Internacional de Belém. Tentando chegar ao Panamá para reencontrar o filho, ela